Mula Sem Cabeça

31 Mar 2019 11:35
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<h1>Unesp Cria 1&ordm; Mestrado Em Educa&ccedil;&atilde;o Sexual Do Brasil</h1>

<p>A ideia de ter um chefe no p&eacute; do funcion&aacute;rio 8 horas por dia est&aacute; perdendo espa&ccedil;o pro modelo de autogest&atilde;o, que reduz burocracias e pode acelerar processos nas empresas. Mas toda transforma&ccedil;&atilde;o vem acompanhada de resist&ecirc;ncia. Marco T&uacute;lio Zanini, especialista em carreiras da escola de administra&ccedil;&atilde;o da FGV. Com isto, diz, essa habilidade fica &quot;atrofiada&quot;: &quot;Uma equipe muito dependente do chefe &eacute; ineficiente&quot;. Pra Joel Dutra, especialista em gest&atilde;o de pessoas da FIA (Funda&ccedil;&atilde;o Instituto de Administra&ccedil;&atilde;o), existe no Brasil uma cultura de submiss&atilde;o que se reflete no desenvolvimento da carreira.</p>

<p> UFMT. Faculdade Federal De Mato Grosso , mesmo que a empresa adote um discurso de que valoriza o protagonismo do profissional, o que ocorre na pr&aacute;tica &eacute; a inibi&ccedil;&atilde;o da autonomia das pessoas. Ceder poder n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil. Mas, para Arthur Igreja, consultor especialista em estrat&eacute;gia e inova&ccedil;&atilde;o, a tend&ecirc;ncia &eacute; que as organiza&ccedil;&otilde;es abram m&atilde;o de estruturas hierarquizadas, nas quais cada funcion&aacute;rio tem dezenas de chefes.</p>

<p>Quanto maior a confian&ccedil;a no funcion&aacute;rio, maiores as oportunidadess de o chefe oferecer autonomia para que ele trace sua pr&oacute;pria trajet&oacute;ria. A convic&ccedil;&atilde;o est&aacute; diretamente ligada &agrave; experi&ecirc;ncia e &agrave; maturidade do profissional. Estagi&aacute;rios e trainees precisam ter calma. Entre os benef&iacute;cios da autogest&atilde;o para a corpora&ccedil;&atilde;o, os especialistas indicam a acelera&ccedil;&atilde;o de processos, o superior desenvolvimento dos profissionais, que ter&atilde;o mais responsabilidades, e a circunst&acirc;ncia de o chefe se concentrar mais em focos estrat&eacute;gicos. Para doar direito, &eacute; necess&aacute;rio ter planejamento e organiza&ccedil;&atilde;o e solucionar quest&otilde;es logo que elas apare&ccedil;am. O cientista da computa&ccedil;&atilde;o Gustavo Machado, 28, funcion&aacute;rio da Youse, plataforma online da Caixa Seguradora, usa um software para organizar suas tarefas.</p>

<p>Para ele, que agora trabalhou sentado ao lado do chefe em outra organiza&ccedil;&atilde;o, a autonomia &eacute; motivadora. Pela empresa, reuni&otilde;es gerais s&atilde;o realizadas s&oacute; uma vez por m&ecirc;s; a cada trimestre, as metas s&atilde;o o t&oacute;pico do encontro. A independ&ecirc;ncia tamb&eacute;m caiu bem para o gerente tribut&aacute;rio da plataforma de delivery iFood, Rodolfo Ara&uacute;jo, 32, que consegue conciliar servi&ccedil;o com mestrado e projetos pessoais.</p>

<p>Hor&aacute;rios flex&iacute;veis e a hip&oacute;tese de fazer home office ajudam. O lado ruim do paradigma mais independente de servi&ccedil;o &eacute; que ele pode levar a um isolamento do profissional, diz Carolina Fouad, gerente do n&uacute;cleo de carreiras do Insper. Muitas pessoas podem n&atilde;o se adaptar &agrave; autogest&atilde;o. Integrantes da cria&ccedil;&atilde;o z (nascidos por interm&eacute;dio da d&eacute;cada de 1990), tais como, dizem que gostam de ter protagonismo, todavia, ao mesmo tempo, querem receber feedback a todo o momento, segundo Igreja. Neste instante profissionais mais velhos, muito acostumados a estruturas rigorosas, s&atilde;o capazes de ter contrariedade de lidar com a liberdade.</p>

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